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Nova Ortografia
O que muda no BrasilNo Brasil, somente 0,6% (aprox) das palavras serão afetadas. Veja abaixo as mudanças: TREMA Deixará de existir em todas as palavras (ex: lingüiça será escrito como “linguiça”), com exceção para nome próprios HÍFEN Não será mais usado nos seguintes casos: - Quando o primeiro elemento termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente (Ex: extra-escolar será escrito como) “extraescolar”;
- Quando o segundo elemento começar com r ou s. Nesse caso, a primeira letra do segundo elemento deverá ser duplicada (Ex: anti-semita e contra-regra serão escritos como “antissemita” e “contrarregra”;
Outra regra para o hífen é a de incluí-lo onde antes não existia, nos casos em que o primeiro elemento finalizar com a mesma vogal que começa o segundo elemento (ex: microondas e antiinflamatório serão escritos como “micro-ondas” e “anti-inflamatório”. ACENTO DIFERENCIAL Não se usará mais o acento para diferenciar: - “pêra” (substantivo - fruta) e “pera” (preposição arcaica)
- “péla” (flexão do verbo pelar) de “pela” (combinação da preposição com o artigo)
- “pára” de “para” (preposição)
- “pêlo” de “pelo” (combinação da preposição com o artigo)“pólo” (substantivo) de “polo” (combinação antiga e popular de “por” e “lo”)
ACENTO CIRCUNFLEXO Deixará de existir em: - palavras que terminam com hiato “oo” (Ex: vôo e enjôo serão escritos como “voo” e “enjoo”)
- terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos dar, ler, crer e ver (ex: Lêem, vêem, crêem e dêem serão escritos como “leem”, “veem”, “creem” e “deem”)
ACENTO AGUDO - Será abolido em palavras terminadas com “eia” e “oia” (ex: idéia e jibóia serão escritos como “ideia” e “jiboia”.
- Nas palavras paroxítonas, com “i” e “u” tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: “feiúra” e “baiúca” passam a ser grafadas “feiura” e “baiuca”
- Nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com “u” tônico precedido de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i”. Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem
ALFABETO O alfabeto agora contará com as letras “k”, “w” e “y”, somando um total de 26 letra
Escrito por Prof. Dorcas às 12h20
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Tipologia Textual
Tipologia textualNARRAÇÃODesenvolvimento de ações. Tempo em andamento. Narrar é contar uma história. A Narração é uma sequência de ações que se desenrolam na linha do tempo, umas após outras. Toda ação pressupõea existência de um persnagem ou actante que a pratica em deteminado momento e em determinado lugar, por isso temos quatro dos seis componentes fundamentais de um emissor ou narrador se serve para criar um ato narrativo: personagem, ação, espaço, e tempo em desenvolvimento. Os outros dois da narrativa são: narrador e enredo ou trama. DESCRIÇÃORetrato através de palavras. Tempo estático Descrever é pintar um quadro, retratar um objeto, um personagem, um ambiente. O ato descritivo difere do narrativo, fundamentalmente, por não se preocupar com a sequência das ações, com a sucessão dos momentos, com o desenrolar do tempo. A descrição encara um ou vários objetivos, um ou vários personagens, uma ou várias ações, em um determinado momento, em um mesmo instante e em um fração da linha cronológica. É a foto de um instante. A descrição pode ser estática ou dinâmica. A descrição estática não envolve ação. Ex: Uma velha gorda e suja. A descrição dinâmica apresenta um conjunto de ações concomitantes, isto é, um conjunto de ações que acontecem todas ao mesmo tempo, como uma fotografia. DISSERTAÇÃODesenvolvimento de idéias. Temporais/Atemporais. Dissertar diz respeito ao desenvolvimento de idéias, de juízos, de pensamentos, de raciocínio sobre um assunto ou tema. Quase sempre os textos quer literários, quer científicos, não se limitam a ser puramente descritivos, narrativos ou dissertativos. Normalmente um texto é um complexo, uma composição, uma redação, onde se misturam aspectos descritivos, com momentos narrativos e dissertativos e, para classificá-los como narração, dissertação ou descrição, procure observar qual o componente predominante. Fonte: www.concursospublicosonline.com Tipologia TextualTudo o que se escreve recebe o nome genérico de redação ou composição textual. Basicamente, existem três tipos de redação: narração (base em fatos), descrição (base em caracterização) e dissertação (base em argumentação). Cada um desses tipos redacionais mantém suas peculiaridades e características. Para fazer um breve resumo, pode-se considerar as proposições a seguir: Narração Modalidade textual em que se conta um fato, fictício ou não, que ocorreu num determinado tempo e lugar, envolvendo certos personagens. Estamos cercados de narrações desde que nos contam histórias infantis como Chapeuzinho Vermelho ou Bela Adormecida, até as picantes piadas do cotidiano. Exemplos Numa tarde de primavera, a moça caminhava a passos largos em direção ao convento. Lá estariam a sua espera o irmão e a tia Dalva, a quem muito estimava. O problema era seu atraso e o medo de não mais ser esperada... Descrição Tipo de texto em que se faz um retrato por escrito de um lugar, uma pessoa, um animal ou um objeto. A classe de palavras mais utilizada nessa produção é o adjetivo, por sua função caracterizadora. Numa abordagem mais abstrata, pode-se até descrever sensações ou sentimentos. Exemplos Seu rosto era claro e estava iluminado pelos belos olhos azuis e contentes. Aquele sorriso aberto recepcionava com simpatia a qualquer saudação, ainda que as bochechas corassem ao menor elogio. Assim era aquele rostinho de menina-moça da adorável Dorinha. Observação Normalmente, narração e descrição mesclam-se nos textos; sendo difícil, muitas vezes, encontrar textos exclusivamente descritivos. Dissertação Estilo de texto com posicionamentos pessoais e exposição de idéias. Tem por base a argumentação, apresentada de forma lógica e coerente a fim de defender um ponto de vista. É a modalidade mais exigida nos concursos em geral, por promover uma espécie de “raio-X” do candidato no tocante a suas opiniões. Nesse sentido, exige dos candidatos mais cuidado em relação às colocações, pois também revela um pouco de seu temperamento, numa espécie de psicotécnico. Exemplos Tem havido muitos debates em torno da ineficiência do sistema educacional do Brasil. Ainda não se definiu, entretanto, uma ação nacional de reestrutura do processo educativo, desde a base ao ensino superior. Fonte: pt.shvoong.com TIPOLOGIA TEXTUAL 1º. NARRAÇÃÉ o ato de se contar um fato, criar uma história e, para criá-la, há a necessidade de descrevermos locais, personagens, detalhes, objetos etc. Não há narração que não apresente alguns aspectos descritivos. - Partes de uma boa narração A . Apresentação do tempo ( cronológico ou físico ); local; personagem B . Desenvolvimento do fato ou enredo. C . Conclusão ( ponto alto dos fatos ) Na narração há sempre alguém que conta o fato, conhecido como NARRADOR. ELEMENTOS DA NARRATIVAA . NARRADORa) participante ( = 1ª. Pessoa ) b) simples observador do fato narrado ( = 3ª. Pessoa ) B . FOCO NARRATIVOManeira como o narrador se situa em relação ao que está sendo narrado: 1ª. Pessoa ( eu / nós ), ou se distancia dela e escreve na 3ª. Pessoa . ( utilização do índice de indeterminação do sujeito – “se” ) C . ENREDO OU AÇÃOA seqüência dos fatos ou acontecimentos D . PERSONAGEM OU PERSONAGENSPessoas que atuam na narrativa, além do narrador. E . TEMPOA extensão de tempo cronológico ou psicológico em que tudo acontece: horas, dias, meses, anos ou até minutos. F . ESPAÇO GEOGRÁFICOO local onde os fatos ou as cenas acontecem:- o campo, a cidade, a casa, a vila, a estrada, a praia, a rua etc. OBSERVAÇÃO Na narrativa sempre há um CLÍMAX ( parte alta, emotiva do texto, onde o leitor deverá entender e aplicar a complicação dos fatos narrados ).
Escrito por Prof. Dorcas às 19h28
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2º. DESCRIÇÃOAo contarmos uma história, muitas vezes precisamos descrever uma pessoa, um ser, um objeto, uma cena ou até um lugar, teremos, então, uma espécie de retrato feito com palavras. Numa descrição podemos encontrar aspectos físicos ( = externos, que são vistos pelo observador ) e aspectos psíquicos ( = internos, que não são vistos pelo observador, mas podem ser sentidos ou percebidos ), principalmente quando se trata de pessoas. A descrição pode ser SUBJETIVA – apresenta as características externas, mas detalha com mais profundidade as características psicológicas da pessoa, personagem ou animal que se está descrevendo. Na descrição OBJETIVA predomina a reprodução fiel de um objeto, pessoa, cena, personagem ou animal segundo a percepção individual de quem escreve, destacando-se com exatidão e precisão vocabular todos os detalhes observados. Observe alguns detalhes descritivos no texto euclidiano na parte O HOMEM, em OS SERTÕES- Euclides da Cunha – págs. 96 – 97 e 98 – Ediouro “ Canudos, velha fazenda de gado à beira do Vaza-Barris, era, em 1890, uma tapera de cerca de cinqüenta capuabas de pau-a-pique. Feitas de pau-a-pique e divididas em três compartimentos minúsculos, as casas eram paródia grosseira da antiga morada romana: um vestíbulo exíguo, um átrio servindo ao mesmo tempo de cozinha, sala de jantar e de recepção, e uma alcova lateral, furna escuríssima mal revelada por uma porta estreita e baixa. Cobertas de camadas espessas de vinte centímetros, de barro, sobre ramos de iço, lembravam as choupanas dos gauleses de César. Traíam a fase transitória entre a caverna primitiva e a casa. Se as edificações em suas modalidades evolutivas objetivam a personalidade humana, o casebre de teto de argila dos jagunços equiparado ao wigwam dos peles-vermelhas sugeria paralelo deplorável. O mesmo desconforto e, sobretudo, a mesma pobreza repugnante, traduzindo de certo modo, mais do que a miséria do homem, a decrepitude da raça.” Emoldurava-o uma natureza morta: paisagens tristes; colinas nuas, uniformes, prolongando-se, ondeantes, até às serranias distantes, sem uma nesga de mato; rasgadas de lascas de talcoxisto, mal revestidas, em raros pontos, de acervos de bromélias, encimadas, noutros, pelos cactos esguios e solitários. O monte da Favela, ao sul, empolava-se mais alto, tendo no sopé, fronteiro à praça, alguns pés de quixabeiras, agrupados em horto selvagem. A meia encosta via-se solitária, em ruínas, a antiga casa da fazenda...” 3º. DISSERTAÇÃOÉ um texto que se caracteriza pela defesa ou ataque a uma idéia, a um ponto de vista ou a um questionamento sobre um determinado assunto. O autor do texto dissertativo trabalha com argumentos, com fatos, com dados, o quais utiliza para reforçar ou justificar o desenvolvimento de suas idéias. Consideramos a DISSERTAÇÃO como a discussão ou a explanação organizada de um problema, assunto ou tema. Para obter-se uma exposição clara, objetiva, ordenada e organizada, uma dissertação pode ser dividida em três partes: INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO OU ARGUMENTAÇÃO E CONCLUSÃO. Num texto dissertativo o autor opina, explica, mostra, aponta, tenta convencer o leitor sobre o tema que está expondo e até interpreta suas idéias, defendendo-as com argumentações que fazem do leitor um analista em potencial sobre o texto apresentado. O leitor torna-se um observador analista de um texto. No texto dissertativo não se criam personagens, nem diálogos; o que interessa é a realidade, é a discussão dos fatos ou da questão, é a opinião individual sobre um assunto, tema ou problema apresentado para ser defendido ou atacado através da escrita, sempre argumentando com prós e contras. PARTES DA DISSERTAÇÃOI. INTRODUÇÃOO autor apresenta o assunto que vai discutir, dá a idéia inicial. II. DESENVOLVIMENTO OU ARGUMENTAÇÃOÉ a parte em que o autor desenvolve um ponto de vista, sempre argumentando, citando exemplos, fornecendo dados; é o posicionamento do autor frente ao tema, os porquês, os prós e os contras. III. CONCLUSÃOÉ a parte em que o autor dá um fecho coerente com o desenvolvimento e com os argumentos apresentados. Em geral, retoma-se a idéia apresentada na introdução com mais ênfase, indicando conclusão. OBSERVAÇÃO O texto dissertativo requer uma linguagem séria, exata, sem rodeios, porque o leitor tem que ser convencido pela força dos argumentos apresentados pelo autor, por isso deve ser impessoal. Cada parágrafo que compõe um ou mais períodos de uma dissertação deve ser claro, preciso, ligado aos outros com COESÃO , através de conjunções ( = conectivos) que formação a cadeia fluente do discurso. Dissertação é a discussão organizada de um problema. Ninguém tem condições de discutir, nem muito menos de discutir organizadamente, sem antes ter obtido informações, sem antes ter analisado, sem antes ter formado uma opinião sobre o assunto, por isso devemos ler muito sobre temas variados para podermos criar uma dissertação perfeita. Fonte: www.casaeuclidiana.org.br Tipologia textualTipologia textual é a forma como um texto se apresenta. As tipologias existentes são: descrição, narração, dissertação, exposição, injunção, diálogo e entrevista. Descrição Tipo de texto em que se faz um retrato por escrito de um lugar, uma pessoa, um animal ou um objecto. A classe de palavras mais utilizada nessa produção é o adjectivo, pela sua função caracterizadora. Numa abordagem mais abstracta, pode-se até descrever sensações ou sentimentos. Não há relação de anterioridade e posterioridade. Narração Modalidade textual em que se conta um facto, fictício ou não, que ocorreu num determinado tempo e lugar, envolvendo certos personagens. Refere-se a objectos do mundo real. Há uma relação de anterioridade e posterioridade. O tempo verbal predominante é o passado. Estamos cercados de narrações desde as que nos contam histórias infantis como o Capuchinho Vermelho ou a Bela Adormecida, até às picantes piadas do quotidiano. Dissertação Estilo de texto com posicionamentos pessoais e exposição de ideias. Tem por base a argumentação, apresentada de forma lógica e coerente a fim de defender um ponto de vista. Presença de estrutura básica: apresentação da ideia principal, argumentos, conclusão. Utiliza verbos na 1ª e 3ª pessoas do presente do indicativo. É a modalidade mais exigida nos concursos em geral, por promover uma espécie de “raio-X” do candidato no que toca às suas opiniões. Nesse sentido, exige dos candidatos mais cuidado em relação às colocações, pois também revela um pouco do seu temperamento, numa espécie de psico-técnico. ExposiçãoApresenta informações sobre assuntos, expõe ideias; explica, avalia, reflecte. A sua estrutura básica é formada por: ideia principal, desenvolvimento, conclusão. Faz uso de linguagem clara, objectiva e impessoal. A maioria dos verbos está no presente do indicativo. Injunção Indica como realizar uma acção; aconselha. É também utilizado para predizer acontecimentos e comportamentos. Utiliza linguagem objectiva e simples. Os verbos são, na sua maioria, empregados no modo imperativo. Há também o uso do futuro do presente. DiálogoMaterializa o intercâmbio entre personagens. Pode conter marcas da linguagem oral, como pausas e retomas. Fonte : http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/redacao/tipologia-textual-2.php
Escrito por Prof. Dorcas às 19h25
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Versiculos Biblicos
RM 12:21 Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.
Escrito por Prof. Dorcas às 00h09
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Escrito por Prof. Dorcas às 11h22
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Escrito por Prof. Dorcas às 17h46
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Escrito por Prof. Dorcas às 17h43
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DICAS PARA ESTUDAR
1 - Encontre tempo O estudo eficiente exige disponibilidade de tempo e regularidade. Se você é um daqueles que "não têm tempo para nada", comece esquematizando e planejando suas tarefas semanais. Minutos gastos todos os dias no trânsito, numa fila ou transporte coletivo são valiosos quando somados.
2 - Administre a agenda Monte uma planilha com as atividades da semana por dia, para verificar se não está gastando tempo demais com tarefas irrelevantes ou pouco tempo com tarefas essenciais.
3 - Organize um local para estudar Por maior que seja o seu poder de concentração, o barulho impede que haja 100% de aproveitamento numa leitura ou na memorização. Por isso é importante escolher um local arejado, bem iluminado e silencioso.
4 - O isolamento é essencial Para estudar sozinho de forma eficiente, avise os amigos e os familiares de que, pelo menos por alguns minutos, você terá de se isolar. Interrupções constantes prejudicam o aprendizado.
5 - Saiba motivar-se constantemente Ao contrário da infância, quando se é estimulado pela família e pelos professores a aprender, na idade adulta é preciso cuidar da automotivação, assumindo a responsabilidade pela qualidade do seu aprendizado.
6 - Faça um planejamento do aprendizado Estabeleça prioridades e planeje as estratégias para alcançar o seu objetivo, que é adquirir determinado conhecimento. Isso inclui assimilar, organizar as idéias na mente e saber expressá-las de forma opinativa.
7 - Anote sempre Fazer apontamento é uma estratégia que pode ajudar a agilizar o aprendizado e até uma revisão. Não é necessário um grande detalhamento, só um lembrete rápido e resumido sobre determinado tópico.
Escrito por Prof. Dorcas às 09h58
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Dicas de Verão !
1º - Passe o filtro, meia hora antes de ir para o sol - Quase todo mundo costuma passar o protetor solar quando chega à praia.
2º - Vá de boné e camiseta - Quando o sol estiver a pino, vá de camiseta.
3º - Não se descuide em dias nublados. Apesar de estar escondido atrás das nuvens, 70% a 80% dos raios solares nocivos ultrapassam essa barreira. Portanto, não bobeie. Use filtro solar como se o sol estivesse a pino.
4º - Jamais dispense os óculos - Eles são importantes para driblar os incômodos do excesso de luz e proteger os olhos. Prefira os às lentes que contenham filtro UVA e UVB.
5º - Atenção com o banho de mar - A água reflete 10% da radiação solar fazendo com que você fique ainda mais vulnerável as queimaduras. O entra-e-sai no mar também é perigoso: a evaporação da água no corpo rouba a umidade da pele, deixando-a ressecada.
6º - Passe e repasse o filtro solar - Na praia o filtro deve ser repassado cada duas horas ou depois de mergulhos longos
7º - Não esqueça os pés - Lembre-se de aplicar o protetor solar em regiões como pés, orelhas e lábios. Em geral abandonadas, elas acabam torradas já no início do verão. Tem ainda a nuca, costas, nariz e batata da perna
8º Não esqueça de beber bastante água, de 2 a 3 Litros por dia. Para evitar a desidratação. Beber bastante água todos os dias, faz com que o organismo fique mais equilibrado.
Escrito por Prof. Dorcas às 13h00
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Ranking das melhores universidades do mundo
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Rank |
School Name |
Country |
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1 |
Harvard University |
United States |
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2 |
University of Cambridge |
United Kingdom |
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2 |
Yale University |
United States |
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2 |
University of Oxford |
United Kingdom |
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5 |
Imperial College London |
United Kingdom |
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6 |
Princeton University |
United States |
Escrito por Prof. Dorcas às 18h59
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7 |
University of Chigaco |
United States |
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7 |
California Institute of Technology |
United States |
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9 |
Ucl (University College London) |
United Kingdom |
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10 |
Massachusetts |
United States |
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11 |
Columbia university |
United States |
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12 |
Mcgill University |
Canada |
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13 |
Duke University |
United States |
|
14 |
University Of Pennsylvania |
United States |
Escrito por Prof. Dorcas às 18h58
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15 |
Johns hopkins University |
United States |
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16 |
Australian National University |
Austrália |
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17 |
University of Tókio |
Japan |
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18 |
University Hong Kong |
Hong Kong |
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19 |
Stanford University |
United States |
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20 |
Cornell University |
United States |
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175 |
University of São Paulo (USP) |
Brazil |
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177 |
University of Campinas ( Unicamp) |
Brazil |
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338 |
Federal University Of Rio de Janeiro |
Brazil |
Escrito por Prof. Dorcas às 18h58
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O que evitar na redação
1) Emprego de pronome relativo
"Esta é a região a cujos os limites me referi há pouco" Correção: Esta é a região a cujos limites me referi há pouco. Comentário: cujo - pronome relativo: indica posse, equivale ao pronome possessivo seu, sua e concorda com o termo que sucede, dispensando, assim, o emprego do artigo (o, a, um, uma e seus plurais).
“Você vai conseguir falar com gente que você nunca falou antes...” Bol - Brasil Online (Folha de S.Paulo, 25.10.99) Correção:” (...) falar com gente com quem/ com as quais você nunca (...)”. Comentário: o pronome relativo deve aparecer regido de preposição com, pois quem fala, fala com alguém.
Os bancos internacionais, onde o Brasil é credor, decidiram rever as taxas de juros. Correção: Os bancos internacionais, dos quais o Brasil é credor, ... Comentário: o pronome onde, enquanto relativo deve sempre indicar lugar, exemplo, Eis o colégio onde estudo. O raciocínio que deve ser empregado neste exemplo é: o Brasil é credor de quem? - dos bancos internacionais; portanto, dos quais é credor.
2) Período longo demais A menos que tenha muita segurança no que está dizendo, o aluno deve evitar períodos longos demais. Muitas informações em um só período quase sempre resultam em falta de clareza e ambigüidade.
"É segundo esta noção de projeto que vamos, a partir desta visão humanista da problemática urbana - sem deixar de levar em consideração as nossas condições de país de formação colonial - analisar os projetos de cidade expressos nos trabalhos de diversos órgãos federais.” Correção: Vamos analisar os projetos expressos nos trabalhos de diversos órgãos federais a partir de uma visão humanista da problemática urbana.
3) Frases muito curtas - estrutura incompleta
"Agora, época de eleição, a população cansada de enriquecer políticos, sem escolha de partido." (Redação de aluno) Comentário: o trecho acima não foi concluído pelo aluno, dessa forma, a estrutura do período tornou-se incompleta. Correção: Agora, época de eleição, a população cansada de enriquecer políticos, sem escolha de partido, fica à mercê de discursos moralistas que visam formar a opinião pública segundo os seus interesses.
4) Problemas de significado e construção
"Era um belo sábado, uma noite muito agradável onde um lobo ruiva no alto da colina dos Andes, demonstrando estar solidário ou anunciando sua solidão...." (Redação de aluno) Comentário: O trecho acima, extraído de uma redação de vestibular, apresenta alguns problemas de significado e de construção: a) uso inadequado da palavra onde; b) imprecisão vocabular ruiva em lugar de uiva e solidário em lugar de solitário; c) incoerência externa: presença de colinas nos Andes.
Escrito por Prof. Dorcas às 14h16
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Ambigüidade
A função da ambigüidade é sugerir significados diversos para uma mesma mensagem. É uma figura de palavra e de construção. Embora funcione como recurso estilístico, a ambigüidade também pode ser um vício de linguagem, que decorre da má colocação da palavra na frase. Nesse caso, deve ser evitada, pois compromete o significado da oração.
Exemplo: " (...) os corpos do casal B serão exumados pela segunda vez nesta semana." (Folha de S.Paulo) Comentário: os corpos serão exumados pela segunda vez desde que foi iniciado o inquérito ou os corpos serão exumados duas vezes numa mesma semana, "nesta semana"? (Unicamp)
Exemplo: "O presidente americano (...) produziu um espetáculo cinematográfico em novembro passado na Arábia Saudita, onde comeu um peru fantasiado de marine no mesmo bandejão em que era servido aos soldados americanos." (Veja, 09/01/91) Comentário: Às vezes, quando um trecho é ambíguo, é o conhecimento que o leitor tem dos fatos que lhe permite fazer uma interpretação adequada do que lê. Um bom exemplo é o trecho acima, no qual há duas ambigüidades, uma decorrente da ordem das palavras e a outra, de uma elipse do sujeito.
Exemplo: "... onde comeu peru fantasiado de marine ..." "... no mesmo bandejão em que era servido ..." Comentário: Pode-se entender que o peru estivesse fantasiado de marine (fuzileiro naval), e não o presidente. Por outro lado, é possível entender que o presidente estivesse sendo servido aos soldados no bandejão, e não o peru. Correção: O presidente americano, fantasiado de marine, produziu um espetáculo cinematográfico em novembro passado na Arábia Saudita, quando comeu peru no mesmo bandejão de que se serviam os soldados americanos.
Comentário: O leitor deve levar em conta o fato de que o peru não estaria fantasiado de marine, nem o presidente poderia ser servido aos soldados americanos em um bandejão.
Exemplo: "O ministro Adib Jatene pediu no Senado a volta do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira e disse que " o Congresso não deve se vincular aos interesses da equipe econômica do Governo". Jatene quer utilizar em sua área os recursos do IPMF, que vigorou em 94 e descontava 0,25% de qualquer movimento bancário. A equipe econômica é contra." Comentário: A leitura do título independente da notícia revela nele uma ambigüidade, pois pode-se interpretar "pede que a equipe econômica resista". A ambigüidade instaurada pelo título da matéria não explica se o pedido do ministro tem como destinatário o Senado ou a equipe econômica do governo. O texto, todavia, esclarece que o congresso deve resistir à oposição da equipe econômica, contrária à volta do IPMF.
Exemplo: "Calheiros participou da reunião ministerial com FHC no Palácio do Planalto, na qual ele voltou a pedir unidade no governo. Comentário: A frase acima é ambígua porque não deixa claro quem voltou a pedir unidade no governo - Calheiros ou FHC?
Exemplo: "A principal notícia foi o bate-boca entre os presidentes do Senado e da Câmara que chocou a todos." Comentário: A ambigüidade na frase acima pode ser desfeita com a seguinte reescritura: a principal notícia, que chocou a todos, foi o bate-boca entre os presidentes do Senado e da Câmara.
(fonte: Site:vestibular.uol)
Escrito por Prof. Dorcas às 14h15
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Dicas de redação
1) Na dissertação, não escreva períodos muito longos nem muitos curtos.
2) Na dissertação, não use expressões como “eu acho”, “eu penso” ou “quem sabe”, que mostram dúvidas em seus argumentos.
3) Uma redação “brilhante”, mas que fuja totalmente ao tema proposto será anulada.
4) É importante que, em uma dissertação, sejam apresentados e discutidos fatos, dados e pontos de vista acerca da questão proposta.
5) A postura mais adequada para se dissertar é escrever impessoalmente, ou seja, deve-se evitar a utilização da primeira pessoa do singular.
6) Na narração, uma boa caracterização de personagens não pode levar em consideração apenas aspectos físicos. Elas têm de ser pensadas como representações de pessoas, e por isso sua caracterização é bem mais complexa, devendo levar em conta também aspectos psicológicos de tipos humanos.
7) O texto dissertativo é dirigido a um interlocutor genérico, universal; a carta argumentativa pressupõe um interlocutor específico para quem a argumentação deverá estar orientada.
8 ) O que se solicita dos alunos é muito mais uma reflexão sobre um determinado tema, apresentada sob forma escrita, do que uma simples redação vista como um episódio circunstancial de escrita.
9) A letra de forma deve ser evitada, pois dificulta a distinção entre maiúsculas e minúsculas. Uma boa grafia e limpeza são fundamentais.
10) Na narração, há a necessidade de caracterizar e desenvolver os seguintes elementos: narrador, personagem, enredo, cenário e tempo.
(Fonte: Site: falabonito)
Escrito por Prof. Dorcas às 14h15
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